Não acredito em nada do que ouço e em metade do que vejo. Acordo atualmente no mínimo as 10:00 horas da manhã. Quando acordo, penso no que vai ser do meu dia. Meus dias são sempre divertidos, mas eu quero mais que isso. Quero ir adiante, viver coisas novas, como todo mundo quer. Enfim, assim que acordo, tomo meu café da manhã e, quando estou sozinho, volto até meu quarto e ligo o CD player. Os Cd's que estão sempre nas proximidades do aparelho, geralmente são os que eu mais ouço !!! Tem de tudo um pouco: Pato Fu, Legião Urbana, Primus, Incubus e assim por diante. Eu geralmente tenho fases. Tipo a Lua. Um Dia ela tá grandona. Um dia ela decide que vai aparecer pequena. Nesses dias eu estou um pouco fora desse mundo. Também, tanta coisa acontecendo. Preferí ficar fora uns tempos mesmo. Estou em um monte de lugares ao mesmo tempo. Imaginação é algo espetacular, não é ???
Hoje em dia eu tô mais prum Beck. Calma, eu não fumo maconha. Beck Hansen. Músico. E ultimamente é sempre o Odelay, o Mellow Gold ou o Mutations que vai pra dentro da gaveta do Cd Player; enquanto isso, uma rajada de sons misturados alvejam meus sentidos e ensurdecem até a minha visão. Uma explosão de pensamentos medíocres, criativos, maldosos, bonitos, coloridos e vertiginosos abatem os outros pensamentos que estavam ali antes destes chegarem !!! É fantástico... Ah, vale frisar que eu não uso drogas. É só música ! E não adianta você chegar em casa e colocar o Beck pra rolar e achar que as coisas acontecem por mágica. Você tem que ter ao menos 80% de sintonia com coisas esquisitas, esquisitas ao ponto de você não saber explicar. É mais ou menos assim: Fique pulando e girando depois de ter tomado umas 3 latas de cerveja sem ter comido nada o dia todo. Mais ou menos um segundo antes de você cair de cabeça na quina de algum móvel da casa e desmaiar com a cara na poça de vômito e sangue que vão surgir depois da experiência, você vai entender mais ou menos como funciona uma cabeça movida a música estranha interage com a explosão sonora que se segue, e verá como a coisa vai ser acentuada depois de umas 3 experiências do mesmo calibre. Mas como eu já disse: Eu não uso drogas, então não vai adiantar você fumar um banza e achar que vai ficar legal ouvindo Beck. Pras coisas darem certo você tem que estar careta (no máximo ter tomado umas brejas e comido amendoíns ou pringles).
Escrever um monte de baboseira enquanto ouve Beck também pode ser um sinal de conectividade com um mundo estranho !!! Olha só...
Agora, quem entrar no Blog e ler este texto, se não estiver conectado com a idéia, vai dizer "Meu Deus, que idiota. Era melhor ele ter ficado sem postar !!!"
Legal, né ?!
Isso mostra o quanto somos diferentes !!!
=NandO=¹
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Outra coisa difícil..
Outra coisa difícil, claro que menos que o outro autor postar, é se comentar nesse Blog. Mas vamos levando..
just..enjoy.
sábado, 10 de novembro de 2007
Senta que lá vem a história - prt.2
As luzes de Nova York eram perfeitas para as fotografias. A 5ª Avenida era um parque de crianças chamadas turistas, onde se tiravam fotos, comprava café na Starbucks, dava dinheiro para artistas de rua e via-se prédios. Não por mais, Caio aprendeu a fotografar, e tirava fotos de turistas como passatempo, assim poderia esquecer a saudade que tinha do Brasil.
Passou um ano e foi para Londres. Dentre muitos pub's, o melhor era o do Red Devils, onde havia futebol, torcedores, cerveja e pessoas felizes. Isso era muito familiar. Ficou 6 meses na terra da rainha e voltou para o Brasil, fez curso na Universidade de Londres e juntou com sua pós em Nova York. Tinha um curriculo impecável, e fazia sua segunda faculdade no Brasil.
A 25 de março lembrava muito um jogo do Manchester, todos andando rapidamente para chegar em seus lugares. Policiais a cavalo, a pé, correndo para evitar problemas. Sua bateria saiu por 30 reais, ou "Tlinta leais" na língua Portureana. Ele era baixo, sem muitos cabelos, falava enrolado e gritava com uma jovem que parecia ser sua filha. Ele não via a hora de sair dali.
O manual dizia 12 horas para a nova bateria, mas não era nisso que Caio estava consentrado. Ela era alta, cabelos castanhos escuros, ondulados, pele branca, sarda no nariz. Talvez uma figura tão rara, que ele não tirou seus pensamentos dela por uma semana. Suas aulas não faziam mais sentido, está certo que marketing nunca fez sentido para ele, principalmente na parte das contas.
- Sabe, se você não estiver entendendo, eu posso te dar algumas aulas. Diz Bruna.
- Não, não, estou entendendo perfeitamente.
- Não parece, sei lá, parece que você está em outro lugar, não aqui ao meu lado.
Caio olha para uma loira de aproximadamente 1,60, olhos cor de mel, magra, muito bonita. Não que Caio vá cuspir no prato que comeu, não poderia achar ela feia. Seu sorriso dizia "Oi, sou meiga" mas seus olhos diziam "Vamos transar no seu carro tigrão". Com a maldade no olhar, Bruna só pensava em uma coisa, mas ele em outra. Quando ele foi responder, ouviu uma voz familiar:
-Estou atrapalhando?
Era o professor Edmundo. Alto, barrigudo, cara de cinquentão pegador de menininhas, sujeiro inteligente e bem de vida. Caio gostava de suas aulas, e procurava fazer de tudo para não irrita-lo. Ele vira-se para frente e continua a escrever qualquer coisa sobre Custo por Mil. Edmundo retoma a aula. Mas sua cabeça não está na faculdade, e isso era verdade.
Na sexta-feira teve que ir ao aniversário de um amigo, não pode ir na Paulista, coisa que o deixou muito frustrado. Na outra sexta ele estava lá, no horário de sempre, e como de costume atrasado e com Gabriel em seu encalço, ligando freneticamente. Ele esperava no mesmo lugar que trombou com a garota dos seus sonhos, mas nada.
- Até que enfim ein! diz Gabriel.
- Relaxa Gabi, estou aqui não estou?
- O Gabriel brigou com a mulher hoje, por isso tá bravinho. Diz Felipe
- Hahaha conte-me o que aconteceu amigo.
- Não é pro seu bico, to resolvendo já!
- Ah tá bravinho é?
- Cala a boca Caio, pede loga a cerveja que vo fuma um cigarro vai.
- Algum de vocês sabe que faculdade tem aqui perto?
- Tem a Casper. É aqui ao lado. Eu queria ter feito jornalismo lá, mas sabe como são os pais.
Felipe é um cara simples, bonito por natureza, sempre ficava com as melhores meninas, e por uma delas foi fazer administração na Belas Artes. Na verdade essa é a história que ele conta, mas todos sabemos que sua mãe não gostaria que ele fosse morto queimado como aconteceu com vários jornalistas no Rio de Janeiro. Ela esqueceu que aqui é São Paulo.
- A que horas eles saem?
- Mano, eu quero cerveja!
- Cala a boca Gabriel! Então a que hora eles saem?
- Sei não cara.
- Como não Felipe? Você pegava uma mina da Casper, lembra?
- 11 horas acho. Mas só acho.
- Haha, não me diga que você vai esperar a menina lá. Diz Fernando.
- Que menina lá o que rapaz, pede essa Cerveja logo que to ficando impaciente!
Passou um ano e foi para Londres. Dentre muitos pub's, o melhor era o do Red Devils, onde havia futebol, torcedores, cerveja e pessoas felizes. Isso era muito familiar. Ficou 6 meses na terra da rainha e voltou para o Brasil, fez curso na Universidade de Londres e juntou com sua pós em Nova York. Tinha um curriculo impecável, e fazia sua segunda faculdade no Brasil.
A 25 de março lembrava muito um jogo do Manchester, todos andando rapidamente para chegar em seus lugares. Policiais a cavalo, a pé, correndo para evitar problemas. Sua bateria saiu por 30 reais, ou "Tlinta leais" na língua Portureana. Ele era baixo, sem muitos cabelos, falava enrolado e gritava com uma jovem que parecia ser sua filha. Ele não via a hora de sair dali.
O manual dizia 12 horas para a nova bateria, mas não era nisso que Caio estava consentrado. Ela era alta, cabelos castanhos escuros, ondulados, pele branca, sarda no nariz. Talvez uma figura tão rara, que ele não tirou seus pensamentos dela por uma semana. Suas aulas não faziam mais sentido, está certo que marketing nunca fez sentido para ele, principalmente na parte das contas.
- Sabe, se você não estiver entendendo, eu posso te dar algumas aulas. Diz Bruna.
- Não, não, estou entendendo perfeitamente.
- Não parece, sei lá, parece que você está em outro lugar, não aqui ao meu lado.
Caio olha para uma loira de aproximadamente 1,60, olhos cor de mel, magra, muito bonita. Não que Caio vá cuspir no prato que comeu, não poderia achar ela feia. Seu sorriso dizia "Oi, sou meiga" mas seus olhos diziam "Vamos transar no seu carro tigrão". Com a maldade no olhar, Bruna só pensava em uma coisa, mas ele em outra. Quando ele foi responder, ouviu uma voz familiar:
-Estou atrapalhando?
Era o professor Edmundo. Alto, barrigudo, cara de cinquentão pegador de menininhas, sujeiro inteligente e bem de vida. Caio gostava de suas aulas, e procurava fazer de tudo para não irrita-lo. Ele vira-se para frente e continua a escrever qualquer coisa sobre Custo por Mil. Edmundo retoma a aula. Mas sua cabeça não está na faculdade, e isso era verdade.
Na sexta-feira teve que ir ao aniversário de um amigo, não pode ir na Paulista, coisa que o deixou muito frustrado. Na outra sexta ele estava lá, no horário de sempre, e como de costume atrasado e com Gabriel em seu encalço, ligando freneticamente. Ele esperava no mesmo lugar que trombou com a garota dos seus sonhos, mas nada.
- Até que enfim ein! diz Gabriel.
- Relaxa Gabi, estou aqui não estou?
- O Gabriel brigou com a mulher hoje, por isso tá bravinho. Diz Felipe
- Hahaha conte-me o que aconteceu amigo.
- Não é pro seu bico, to resolvendo já!
- Ah tá bravinho é?
- Cala a boca Caio, pede loga a cerveja que vo fuma um cigarro vai.
- Algum de vocês sabe que faculdade tem aqui perto?
- Tem a Casper. É aqui ao lado. Eu queria ter feito jornalismo lá, mas sabe como são os pais.
Felipe é um cara simples, bonito por natureza, sempre ficava com as melhores meninas, e por uma delas foi fazer administração na Belas Artes. Na verdade essa é a história que ele conta, mas todos sabemos que sua mãe não gostaria que ele fosse morto queimado como aconteceu com vários jornalistas no Rio de Janeiro. Ela esqueceu que aqui é São Paulo.
- A que horas eles saem?
- Mano, eu quero cerveja!
- Cala a boca Gabriel! Então a que hora eles saem?
- Sei não cara.
- Como não Felipe? Você pegava uma mina da Casper, lembra?
- 11 horas acho. Mas só acho.
- Haha, não me diga que você vai esperar a menina lá. Diz Fernando.
- Que menina lá o que rapaz, pede essa Cerveja logo que to ficando impaciente!
just..enjoy.
Senta que lá vem a história - prt.1
Andava a passos largos. Estava atrasado novamente para a reunião com seus amigos. O pico era o mesmo, um barzinho na Paulista, perto da Pamplona. Eram só três amigos dos velhos tempos, nenhum casado ou rico, mas todos bem de vida. Se encontravam todas as sextas, aproveitando as aulas chatas da faculdade para ir pro bar.
Não demorou muito e o telefone tocou, era Gabriel. Sujeito de personalidade forte e questionador. Queria saber onde se encontrava o amigo, e claro, não estava muito feliz no telefone:
- Onde você está?
- Estou chegando, dois minutos estarei ai!
- A cerveja vai ficar quente e a batata fria, vem logo se não vo come a sua parte. Não se esqueça que você...
O celular se desprende da mão como se tivesse criado vida, uma sombra branca passa como um fantasma, livros caem junto com cadernos e bolsas. Uma voz cintilante pede desculpas, Caio abaixa-se e começa a procurar seu celular. Mas descobre que sua bateria foi parar na boca-de-lobo.
- Desculpe não te vi, diz Caio.
- Ah, que isso só não posso perder esses papeis.
Ela corre para pegar anotações, assim como as pessoas correm para pegar seus guarda-sóis quando venta na praia. Caio a ajuda e ao levantar a cabeça, fica maravilhado com que vê. É simplesmente... bem, ele não tinha palavras só gaguejava, mas não vou colocar isso aqui. Seria no minininimo constrangedor.
Vestido branco, sapatinha vermelha, jaquetinha jeans e um lenço no pescoço fizeram Caio perder as palavras e ficar sonhando acordado. Deu os livros pra menina, procurou montar seu celular sem bateria, quando percebeu que o joelho dela estava machucado. Como todo bom cavalheiro, se apressou e disse:
- Quer que eu te leve no médico?
- Hã? médico?
- Você está sangrando, desculpe foi culpa minha.
- Que isso, não foi nada. Estou meio atrasada, desculpe.
Ela atravessa a avenida correndo. Caio fica olhando até se lembra que seus amigos o esperam. Correndo, não mais andando, a Paulista parece muito com Nova York onde passou 1 ano com seu tio. Chegando no bar avista seus amigo em uma mesa, com uma cadeira vazia, praticamente com seu nome nela. Ele olha para o relógio.
- Não vai me dizer que se perdeu em São Paulo, diz Fernando.
- Desculpe a demora, tive um probleminha.
- Probleminha? foi assaltado?
- Claro que não Gabriel.
- Então por que raios desligou na minha cara?
- Eu trombei com uma linda garota, acabei machucando-a, seus livros cairam, e ela é linda!
- Quanta informação mal passada ein!? diz Fernando.
- Mas é um galanteador, diz Gabriel alto e irônico. Ficou de papo com uma Chica e desligou na minha cara!
- O celular caiu, e perdi a bateria.
- Beijou ela pelo menos? diz Felipe.
- Eu trombei sem querer, não tive intenção.
- Certo, deixe o romance de lado, peça mais cerveja, sim! Nesse ponto, Gabriel estava realmente contrariado.
Não demorou muito e o telefone tocou, era Gabriel. Sujeito de personalidade forte e questionador. Queria saber onde se encontrava o amigo, e claro, não estava muito feliz no telefone:
- Onde você está?
- Estou chegando, dois minutos estarei ai!
- A cerveja vai ficar quente e a batata fria, vem logo se não vo come a sua parte. Não se esqueça que você...
O celular se desprende da mão como se tivesse criado vida, uma sombra branca passa como um fantasma, livros caem junto com cadernos e bolsas. Uma voz cintilante pede desculpas, Caio abaixa-se e começa a procurar seu celular. Mas descobre que sua bateria foi parar na boca-de-lobo.
- Desculpe não te vi, diz Caio.
- Ah, que isso só não posso perder esses papeis.
Ela corre para pegar anotações, assim como as pessoas correm para pegar seus guarda-sóis quando venta na praia. Caio a ajuda e ao levantar a cabeça, fica maravilhado com que vê. É simplesmente... bem, ele não tinha palavras só gaguejava, mas não vou colocar isso aqui. Seria no minininimo constrangedor.
Vestido branco, sapatinha vermelha, jaquetinha jeans e um lenço no pescoço fizeram Caio perder as palavras e ficar sonhando acordado. Deu os livros pra menina, procurou montar seu celular sem bateria, quando percebeu que o joelho dela estava machucado. Como todo bom cavalheiro, se apressou e disse:
- Quer que eu te leve no médico?
- Hã? médico?
- Você está sangrando, desculpe foi culpa minha.
- Que isso, não foi nada. Estou meio atrasada, desculpe.
Ela atravessa a avenida correndo. Caio fica olhando até se lembra que seus amigos o esperam. Correndo, não mais andando, a Paulista parece muito com Nova York onde passou 1 ano com seu tio. Chegando no bar avista seus amigo em uma mesa, com uma cadeira vazia, praticamente com seu nome nela. Ele olha para o relógio.
- Não vai me dizer que se perdeu em São Paulo, diz Fernando.
- Desculpe a demora, tive um probleminha.
- Probleminha? foi assaltado?
- Claro que não Gabriel.
- Então por que raios desligou na minha cara?
- Eu trombei com uma linda garota, acabei machucando-a, seus livros cairam, e ela é linda!
- Quanta informação mal passada ein!? diz Fernando.
- Mas é um galanteador, diz Gabriel alto e irônico. Ficou de papo com uma Chica e desligou na minha cara!
- O celular caiu, e perdi a bateria.
- Beijou ela pelo menos? diz Felipe.
- Eu trombei sem querer, não tive intenção.
- Certo, deixe o romance de lado, peça mais cerveja, sim! Nesse ponto, Gabriel estava realmente contrariado.
just..enjoy.
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
A coisa mais difícil..
Existem várias coisas difíceis nesse mundo. Porém, a mais difícil, é o outro autor escrever algo aqui.
just..enjoy.
sábado, 3 de novembro de 2007
Poema I
São cruzes..
não,não..são luzes
que entram na minha cabeça e me cegam.
Cegam o pensamento
cegam a vontade de viver,
de ter, de falar, de ouvir, de sentir..
até mesmo, paro de rir.
Cegam até palavras
como eu te amo, te quero,
você é importante pra mim..
você é minha flor, minha Jasmim.
não,não..são luzes
que entram na minha cabeça e me cegam.
Cegam o pensamento
cegam a vontade de viver,
de ter, de falar, de ouvir, de sentir..
até mesmo, paro de rir.
Cegam até palavras
como eu te amo, te quero,
você é importante pra mim..
você é minha flor, minha Jasmim.
just..enjoy.
Verdades..
Dizem que a verdade machuca. Bem, só se for mal contada, pois existe um "jeitinho brasileiro" até para contar verdades. A única verdade que não se tem "jeitinho" de contar é quando alguém morre, pois aii temos uma situação constrangedora. Quando traimos alguém também é complicado, pois fizemos a cagada e assinamos embaixo.
Existem inúmeras verdades que não são contadas, como o desaparecimento de dinheiro nos cofres públicos, como o Ronaldinho adoeceu na Copa de 98 e outras mais que preferimos esconder por debaixo do tapete. Típicamente "brazuca".
Eu gosto de falar verdades quando estou no bar com amigos, não no blog. No bar, com amendoim e uma bem geladinha no copo, a verdade flui mais..livremente. Aki, a verdade flui, mas com ondas. Na verdade acho que os amigos influenciam nisso, pois eles tem opiniões iguais ou contrarias que sempre rende um bom papo de final de tarde.
Essa é uma verdade que conto. A melhor coisa do mundo é sentar numa mesinha no Beach Beer, com amendoim, uma gelada, com o sol de final de tarde, aquele meio laranja na sua cara e um, talvez dois bons amigos falando, bebendo e rindo sobre verdades, mentiras e sonhos. E claro, mulheres.
just..enjoy.
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